Os limites, os riscos e a economia real da nova corrida tecnológica
A Inteligência Artificial entrou em uma fase menos deslumbrada e mais decisiva. Depois da explosão inicial de interesse, o debate avançou para perguntas mais difíceis: onde há ganho real de produtividade, onde há risco imediato, o que é narrativa de mercado e quais promessas podem não se sustentar no longo prazo.
Nesta Special Collection, a MIT Technology Review Brasil, em parceria com a Skynova, reúne artigos que examinam a IA sem euforia automática. Da programação assistida por modelos à expansão de golpes digitais e da pressão por retorno financeiro às lições deixadas por tecnologias “revolucionárias” que não entregaram o que prometiam, esta edição ajuda a separar tração concreta de expectativa inflada.
— A programação com IA está agora em toda parte. Mas nem todo mundo está convencido
Ferramentas de código com IA se espalham rapidamente, mas os ganhos de produtividade seguem em disputa, e a conta pode aparecer em manutenção, qualidade e dívida técnica.
— A IA já está tornando os crimes on-line mais fáceis. E isso pode piorar muito
O risco mais imediato não está em superataques autônomos de ficção, mas na escala crescente de phishing, spam, fraude e deepfakes que já estão se tornando mais baratos e mais convincentes.
— Afinal, o que é a bolha da IA?
Bilhões estão sendo despejados em infraestrutura, data centers e startups, enquanto a pressão por retorno aumenta e o modelo econômico ainda precisa provar que fecha a conta.
— Por que algumas tecnologias “revolucionárias” não dão certo
Nem toda inovação falha por deficiência técnica. Muitas perdem tração por timing, contexto cultural, mercado, aceitação social e execução, exatamente os fatores que também cercam a IA hoje.
Entenda por que a próxima fase da Inteligência Artificial será menos definida por anúncios grandiosos e mais por adoção real, governança, segurança, modelo de negócio e capacidade de entrega.
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